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Hoje o facebook estreou na bolsa de valores, então o G1 resolveu relembrar a trajetória da empresa que mais mudou a forma de nos relacionar. Um infográfico, que imita a timeline do facebook, mostra toda a história da rede social, desde que foi fundada em 2004, até hoje.
Vale a pena conferir, aqui.

Todo mundo já deve ter ouvido falar nesta crise, que deve ser a maior da história da Arezzo. Em diversos blogs e, principalmente, no twitter, é possível acompanhar as mais diversas opiniões sobre o assunto: dos defensores fanáticos da marca aos que nunca tinham pensado nos animais, mas agora se indignam mais que alguns ativistas.
Este não é mais um post condenando ou defendendo a coleção “Pelemania”, é uma crítica ao gerenciamento de crise da marca.
A empresa fez apenas duas ações, que considero ineficazes, para minimizar os efeitos dessa polêmica:
- Apresentou no site e enviou à imprensa um comunicado onde diz que as peles exóticas são regulamentadas e certificadas e que não entende como deles a responsabilidade pelo debate da causa que é “tão ampla e controversa”; e
- Decidiu receber de volta os produtos com pele exótica na composição.
Ações confusas e contraditórias. Se no comunicado a Arezzo diz que as peles são regulamentadas e certificadas, o que faltou foi explicar para a sociedade de que forma isso ocorre. Se não há nada de ilegal, por que tirar das vitrines? Compra quem quer (e quem pode). Dessa forma me parece que realmente fizeram coisa errada e querem esconder.
Particularmente, defendo o desenvolvimento sustentável, mas neste caso, não tenho opinião formada sobre o assunto e não quero expor opiniões com base em preconceitos. Busquei saber se pode ou não vender esse tipo de produto, mas nem a própria Arezzo foi capaz de me explicar se está certa ou não.
Acredito que a melhor forma de sair dessa crise é deixar de tentar abafar o assunto e assumir para si a responsabilidade de participar do debate dessa causa, independente do quanto ela é ampla e controversa.
Alguns utilizam como um diário pessoal, outros falam sobre assuntos de seu interesse, há ainda os que usam para ter uma boa imagem na internet. O fato é que já há algum tempo os blogs têm se multiplicado e fazem parte da vida de muita gente.
Criar um blog é muito simples, bastam alguns passos e ele está pronto. Mas é bom conhecer os diferentes provedores para escolher o que mais se adequa a sua necessidade. Os mais famosos são o WordPress.com e o Blogger. Ambos trazem uma galeria com diversos temas, o Blogger tem a opção de personalização gratuita, no WordPress.com é preciso pagar para ter essa opção, por outro lado, ele traz uma variedade maior e os temas são mais modernos, alguns têm a opção de personalizar cabeçalhos com imagens, cores etc. Outra vantagem do WordPress.com é a opção de criar páginas separadas de posts.
Apesar das vantagens dos dois, ter um domínio com final .wordpress.com ou .blogspot.com não agrada muita gente. É possível ter um blog com final .com ou .com.br nos dois, mas o wordpress.com traz mais facilidade.
Para quem, além do domínio próprio, quer um tema personalizado, a dica é comprar um domínio, contratar uma hospedagem e instalar seu próprio wordpress (o download está disponível no endereço www.wordpress.org), existem ainda milhares de plugins que fazem o diferencial de um blog.
Para os que querem um blog para posts pequenos , o tumblr. se mostra a melhor opção e tem virado febre na internet. Quem quer só um espaço para compartilhar imagens, vídeos e mensagens pode usar o Yahoo meme que é parecido com o twitter, mas tem essas outras opções.
É preciso também definir uma linha editorial e os temas que serão abordados. Dividir os posts em categorias e definir as tags de cada post é muito importante para ser encontrado nas ferramentas de busca. Por fim, a divulgação é essencial para o sucesso de um blog e as redes sociais estão aí para ajudar.
Quando vai chegando o final do ano, o que mais se vê na internet são sites e blogs publicando o que se destacou durante todo ano e as perspectivas de mudanças e novidades para o ano que está por vir. Nas áreas de comunicação e tecnologia isso já é comum.
Tem gente dizendo por aí que o orkut vai perder espaço para o facebook no Brasil, que o facebook fará uma revolução no modo de agir das pessoas, que o twitter pode acabar, que novas mídias irão surgir, que as redes sociais segmentadas, assim como os tablets farão muito sucesso e que as empresas irão se engajar cada vez mais na rede.
As tecnologias são importantes, saber utilizá-las é primordial, mas nada disso faz efeito se as organizações não souberem se relacionar.
É comum ver empresas que, no twitter, fazem questão de retuitar algum elogio feito à ela, mas são incapazes de responder alguma crítica, mesmo que ela seja construtiva. Empresas que não sabem se relacionar.
Por isso, recomendo que, no lugar de tentar adivinhar quais serão os serviços que terão mais destaque em 2011 e descobrir todas as funções disponíveis em cada um deles, possamos procurar entender as pessoas, a forma que agem, reagem e interagem.
Para quem sabe se relacionar, administrar um serviço na web é fácil, fácil.
O filme “A rede social” será lançado no Brasil em dezembro. O longa, que revela os bastidores da criação do Facebook, vem recheado de polêmicas em volta de Mark Zuckerberg, criador da rede social que, aos vinte e três anos, se tornou o bilionário mais jovem do mundo.
Temas como o bullying virtual e a questão dos direitos autorais na internet serão tratados através de uma visão crítica sobre a juventude 2.0. Confira o trailer:
Ficamos aguardando o lançamento!


