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Posts by Thales Balbino

A Jhonnie Walker lançou uma campanha voltada exclusivamente para o Brasil, que reflete a importância que o nosso país tem conquistado no mundo, além de nos despertar para uma reflexão muito simples: Nós somos do tamanho dos passos que damos. Confira:

Algumas vezes é preciso deixar o medo de lado e ter mais confiança no gigante que dorme dentro de nós.

22 nov 2011 , por em Comunicação Comente!

Quem nunca ouviu a história de Eduardo e Mônica? Eu conheci essa história na minha infância e fiquei muito surpreso em poder, dessa vez, assistir ao curta-metragem que  conta a história do casal mais famoso do Brasil.

A excelente ideia foi da Vivo, para a campanha do dia dos namorados. Confira:


Se quiser conhecer melhor o making-of da campanha os dois , adicionem eles no facebook: EduardoMônica.

Será que Renato Russo imaginou tanta tecnologia envolvida nessa história?

08 jun 2011 , por em Comunicação, Tecnologia 1

Buscando referências de campanhas de promoção do gás natural, encontrei esta da belga Aardgas. Um vídeo em stop motion, que apresenta alguns dos benefícios trazidos pelo gás natural nas residências, como o aquecimento de ambientes (que aqui na Paraíba a gente não precisa, rs), o cozimento de alimentos e o aquecimento de água.

Para representar aquecimento e conforto, nada melhor que a lã, não é mesmo? Confira:

O que lhe dá o calor muito mais suave?
Naturalmente, você escolhe o gás natural.

Quer saber como tudo isso foi feito? Veja o making of (em inglês):

O que acharam?

31 mai 2011 , por em Comunicação Comente!

No último final de semana aconteceu em Maceió-AL, a terceira edição do Encontro Regional dos Estudantes de Relações Públicas do Nordeste (Ererp), que trouxe um tema pouco explorado na profissão: o gerenciamento de identidades de pessoas físicas.

As palestras foram focadas no relacionamento para profissionais liberais, celebridades e políticos, além do gerenciamento da nossa própria identidade profissional.

Os estudos de relações públicas são focados especialmente no contexto organizacional, por isso muitas vezes esquecemos que também somos nós os responsáveis por desenvolver estratégias para que bons profissionais, independente de serem médicos, designers ou cabeleireiros, sejam vistos como destaques para seus públicos de interesse. Para isso, eles precisam de nós.

Para que alguém seja visto como célebre, não é preciso que apareça na TV. Segundo a Prof. Dra. Simone Tuzzo, os públicos tem identidade, já a massa não tem. E depende dos relações públicas a criação de novos canais (dirigidos) de comunicação para celebrizar aqueles que tem o que falar, já que nos meios de massa o maior espaço é destinado aos que não tem muito o que dizer.

Quem tem o que falar, tem que ter onde falar. (Simone Tuzzo)

Para concluir, antes de tentar gerenciar as identidades de outros profissionais, os relações públicas precisam se preocupar com sua própria identidade, o que inúmeras vezes é esquecido. Ainda pedindo emprestado as palavras de Tuzzo, “se os profissionais liberais não sabem que precisam de um RP, é porquê os próprios RPs são incompetentes para falar isso a eles”.

Todo mundo já deve ter ouvido falar nesta crise, que deve ser a maior da história da Arezzo. Em diversos blogs e, principalmente, no twitter, é possível acompanhar as mais diversas opiniões sobre o assunto: dos defensores fanáticos da marca aos que nunca tinham pensado nos animais, mas agora se indignam mais que alguns ativistas.

Este não é mais um post condenando ou defendendo a coleção “Pelemania”, é uma crítica ao gerenciamento de crise da marca.

A empresa fez apenas duas ações, que considero ineficazes, para minimizar os efeitos dessa polêmica:

  1. Apresentou no site e enviou à imprensa um comunicado onde diz que as peles exóticas são regulamentadas e certificadas e que não entende como deles a responsabilidade pelo debate da causa que é “tão ampla e controversa”; e
  2. Decidiu receber de volta os produtos com pele exótica na composição.

Ações confusas e contraditórias. Se no comunicado a Arezzo diz que as peles são regulamentadas e certificadas, o que faltou foi explicar para a sociedade de que forma isso ocorre. Se não há nada de ilegal, por que tirar das vitrines? Compra quem quer (e quem pode). Dessa forma me parece que realmente fizeram coisa errada e querem esconder.

Particularmente, defendo o desenvolvimento sustentável, mas neste caso, não tenho opinião formada sobre o assunto e não quero expor opiniões com base em preconceitos. Busquei saber se pode ou não vender esse tipo de produto, mas nem a própria Arezzo foi capaz de me explicar se está certa ou não.

Acredito que a melhor forma de sair dessa crise é deixar de tentar abafar o assunto e assumir para si a responsabilidade de participar do debate dessa causa, independente do quanto ela é ampla e controversa.